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Postado há 3 semanas

‘Uber de lavanderia’ é premiado em Milão por ideia inovadora

A ideia de aproveitar o tempo ocioso das lavanderias rendeu ao aplicativo Lavemcasa o prêmio de melhores práticas globais 2018, na categoria desenvolvimento de negócios, concedido pelo Comitê Internacional de Profissionais de Cuidados da Indústria Têxtil (Cinet), na última sexta-feira, em Milão, na Itália.  A startup competia com 350 empresas de 45 países.

Premiação Lavemcasa
Reconhecimento. André Bretas e Fabrício Sucupira, sócios na Lavemcasa.

“Nosso negócio se assemelha a um ‘Uber de lavanderias’. O usuário baixa o app e, por geolocalização, apresentamos as ofertas. Um carro da Lavemcasa coleta e depois entrega a roupa na casa dele no dia combinado. Pelo aplicativo, também é possível acompanhar todo o processo”, explica o CEO da startup criada em Belo Horizonte, Fabrício Sucupira.

 

Segundo o executivo, o segredo está na utilização do tempo ocioso das empresas. “Toda lavanderia tem um período em que não está utilizando as máquinas. Negociamos esse tempo, e custos como aluguel e logística não entram no nosso preço”, afirma Sucupira. A estratégia garante uma economia de até 40% na comparação com uma lavanderia convencional. “Se colocar na ponta do lápis, fica mais barato até que lavar a roupa em casa, considerando a energia elétrica da lavadora e do ferro elétrico, o tempo que o usuário perde ou (o valor que) paga para alguém fazer esse serviço”, diz Sucupira.

Com três anos de existência, o aplicativo, que funciona no Android e no iOS, tem mais de 10 mil downloads e mais de mil clientes fidelizados. Além da capital mineira, ele funciona em Curitiba, São Paulo, Goiânia e Brasília. “Nossa taxa de crescimento de faturamento é de 30% ao mês”, diz o CEO.

Artigo publicado por: OTempo • Tecnologia e Games
Escrito por: Ludmila Pizarro – Data 23 de outubro de 2018

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#tempolivre

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Postado há 1 mês

SorteioRosa: Mulheres x Homens – menos #tempolivre

Nas últimas três décadas, as mulheres brasileiras alcançaram importantes conquistas e modificaram substancialmente o seu cotidiano, tanto na esfera pública quanto na privada. Elas foram incorporadas massivamente ao mercado de trabalho, de modo a aumentar a proporção de mulheres em cargos de liderança social, empresarial e política, e elas são maioria no sistema universitário nacional.

A influência de uma ideologia patriarcal que situa homens e mulheres em posições essencialmente opostas tem sido diariamente colocada em xeque. A realidade demonstra, no entanto, que ainda que novos caminhos estejam sendo traçados por meio da luta e da voz ativa de muitas mulheres, a origem sexista dos deveres conjugais contribui com quadros de desigualdade de gênero.

Em que medida as demandas femininas estão sendo traduzidas em mudanças na sociedade?

Pesquisa do instituto Market Analysis revela que, apesar dos avanços, ainda persistem fortes desequilíbrios nos benefícios e nas conquistas usufruídos por homens e mulheres. O estudo investigou o tempo livre e sua relação com as responsabilidades parentais. Homens e mulheres foram questionados sobre quanto tempo livre têm, desconsiderando suas atividades e responsabilidades no dia a dia. Os homens declaram ter muito ou algum tempo livre com maior frequência que as mulheres (58% e 49%, respectivamente). Essa diferença já pode ser considerada significativa, mas um olhar mais aprofundado desse cenário demonstra que o casamento e o cuidado dos filhos intensificam esse desequilíbrio, corroborando ainda mais com uma perpetuação dos estereótipos.

Para os homens solteiros, a paternidade parece não alterar rotinas de responsabilidades nem sua percepção de tempo livre. De fato, a proporção de homens solteiros que declara ter muito ou algum tempo disponível é de 64% para quem não tem filhos, e de 65% para quem tem. Já para as mulheres, a maternidade carrega mais responsabilidades: há redução de 21% na proporção de mães que declaram ter muito ou algum tempo livre em comparação às mulheres sem filhos. Quando casadas ou morando com parceiro, as mães estão ainda mais ocupadas: 60% têm pouco ou nenhum tempo livre, enquanto apenas 45% dos homens casados com filhos dizem o mesmo.

Em resumo: as responsabilidades parentais não parecem ser compartilhadas ainda de modo que se alcance, de fato, um cenário de igualdade entre os sexos.

 

A diferença na disponibilidade de tempo é mais aguda entre homens e mulheres com idades entre 35 e 44 anos, ou seja, em pleno momento de realização profissional e amadurecimento das oportunidades de trabalho e autonomia. Enquanto 36% das mulheres nesta faixa etária declaram ter muito ou algum tempo livre, 57% dos homens com a mesma idade dizem o mesmo. É possível levantar a hipótese de que essa diferença também esteja associada a um desequilíbrio na divisão das responsabilidades com os filhos, uma vez que 79% das mulheres entrevistadas nessa faixa etária são mães. Além disso, segundo as Estatísticas do Registro Civil 2015, publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 30,8% dos nascimentos em 2015 foram de mães entre 30 e 39 anos (em comparação a 22,5% em 2005).

Permanece também o dilema enfrentado pelas mulheres entre atender às responsabilidades da vida profissional ou focar nos cuidados maternos e da organização da vida familiar. O estudo explora as diferenças entre pais e mães integrados ao mercado de trabalho. Apenas 3 em cada 10 mulheres que trabalham fora e têm filhos consideram ter muito ou algum tempo livre. Já entre os homens na mesma situação, 5 em cada 10 declaram o mesmo, ou seja, os homens têm quase o dobro de disponibilidade de tempo livre, levando a discussão sobre discriminação de gênero para o âmbito do lazer e do ócio, essenciais para o equilíbrio emocional e cognitivo. Em outras palavras, a junção de maternidade e inclusão feminina no mercado profissional, ao invés de ser um motor para a realização pessoal, agiganta a vantagem masculina na disposição de tempo para si mesmo.

A proporção de homens com filhos (pais) que trabalham e declaram ter algum ou muito tempo livro é 61% maior que a de mulheres com filhos (mães).

A proporção de homens com filhos (pais) que não trabalham e declaram ter algum ou muito tempo livre é 45% maior que a de mulheres com filhos (mães).

A pesquisa também aborda como o tempo livre é usado pelas mulheres, e aponta diferenças substantivas. Estar conectada à internet e manter-se ativa nas redes sociais é a atividade mais mencionada entre as mulheres no geral. Porém, observam-se diferenças consideráveis nas escolhas que demandam maior ou menor interação da mulher com o meio e a sociedade. Assistir televisão no tempo livre é a preferência de 48% das mães, enquanto apenas 29% das mulheres sem filhos mencionam essa prática. Passear sozinha também é uma atividade preferida entre as mães (6%), em comparação às mulheres sem filhos (1%). As mães tendem, no geral, a preferir atividades mais solitárias, enquanto mulheres sem filhos escolhem atividades mais sociais, como passear e encontrar-se com amigos com mais frequência. Ou seja, dentro do universo feminino, a maternidade está associada a uma redução do tempo livre e de seu uso social, o que intensifica as desigualdades de gênero.

Muitos outros fatores formam o conjunto de práticas que ainda mantém e confirmam as disparidades entre mulheres e homens na sociedade, porém o tempo figura como principal recurso individual não renovável, e o lazer como fundamental para o viver social. Nesse sentido, o tempo livre é considerado ainda um direito social e um dos indicadores de qualidade de vida, não somente promotor de igualdade entre gêneros.

Tal compreensão seria ideal para que haja mais conscientização e para que as mulheres possam de fato gozar de tal recurso com a liberdade, criatividade e o protagonismo que lhes cabe.

Artigo publicado por: Filantropia
Confira o artigo completo: Mulheres tem menos tempo livre que os homens

Escrito por: Mariana Danezi – Julho/2018

Precisando de mais #tempolivre para se dedicar aquilo que você ama?

Este mês de outubro, nós da Lavemcasa te damos a solução para seus problemas!

Já pensou ganhar 6 meses de lavanderia GRÁTIS? Ter mais #tempolivre para cuidar de você, dos seus filhos, dos amigos? Se dedicar mais ao relacionamento, ao trabalho?
#OutubroRosa #SorteioRosa #Lavemcasa 

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Postado há 1 mês

Reconhecimento a vista!

A Lavemcasa foi selecionada entre as 45 empresas finalistas das 350 indicadas no mundo para o PRÊMIO DE MELHORES PRÁTICAS GLOBAIS 2018 na ExpoDetergo International em Milão!

O evento acontece entre 18 e 22 de outubro e é realizado pelo CINET, o Comitê Internacional de Profissionais de Cuidados da Indústria Têxtil.
Acesse o site: https://lnkd.in/gx3hG3W

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Postado há 1 mês

SorteioRosa: 25 Mulheres poderosas

Não poder votar, não poder usar uma saia curta, não poder sair sozinha de casa ou não poder estudar só por ser uma mulher. Se isso parece absurdo para você hoje, saiba que todas essas mudanças ocorreram graças a mulheres corajosas e poderosas, que devotaram boa parte de suas vidas para mudar a história e permitir que você possa fazer tudo isso, hoje, sem um olhar de reprovação – ou pelo menos é assim que deveria ser.

 

A conquista da mulher pela igualdade nos leva além dos anos 1900 e nos conta histórias chocantes e inspiradoras. Conheça 25 mulheres cujas ações mudaram o rumo do mundo e foram fundamentais para o empoderamento de um sexo que pode ser tudo, menos frágil.

Confira a lista:

1. Maud Wagner, a primeira tatuadora dos Estados Unidos – 1907

2. Sarla Thakral, a primeira indiana a conquistar uma licença para pilotar – 1936

3. Kathrine Switzer, a primeira mulher a correr a Maratona de Boston (mesmo após tentar ser impedida pelos organizadores) – 1967

4. Annette Kellerman, presa por indecência após usar esta roupa de banho em público – 1907

5. O primeiro time de basquete feminino do Smith College (EUA) – 1902

6. Samurai mulher – últimas décadas de 1800

7. Armênia de 106 anos protegia sua família com uma AK-47 – 1990

8. Mulheres treinando boxe em Los Angeles (EUA) – 1933

9. Sueca atinge manifestante neo-Nazista com sua bolsa. Ela seria sobrevivente de um campo de concentração – 1985

10. Annie Lumpkins, ativista pelo voto feminino nos EUA – 1961

11. Marina Ginesta, militante comunista e participante da Guerra Civil Espanhola – 1936

12. Anne Fisher, a primeira mãe a ir para o espaço – 1980

13. Elspeth Beard, mulher que tentou ser a primeira inglesa a fazer a volta ao mundo de moto – 1980

14. Mulheres usam shorts curtos pela primeira vez em Toronto, no Canadá – 1937

15. Winnie the Welder, uma das 2 mil mulheres que trabalharam em navios durante a Segunda Guerra Mundial– 1943

16. Jeanne Manford, que apoiou seu filho gay durante passeatas pelos direitos dos homossexuais – 1972

17. Sabiha Gökçen, turca que se tornou a primeira pilota de caça – 1937

18. Ellen O’Neal, uma das primeiras skatistas profissionais – 1976

19. Gertrude Ederle, a primeira mulher a cruzar o Canal da Mancha a nado – 1926

20. Amelia Earhart, a primeira mulher a voar o Oceano Atlântico – 1928

21. Leola N. King, a primeira guarda de trânsito dos EUA – 1918

22. Erika, húngara de 15 anos que lutou contra a União Soviética – 1956

23. Enfermeiras norte-americanas chegam à Normandia, durante a Segunda Guerra Mundial – 1944

24. Funcionária da Lockheed, fabricante de aviões – 1944

25. Pilotas de caça – 1945

Artigo escrito por  publicado por: Filantropia
Confira as fotos destas mulheres poderosas no artigo completo: 25 Mulheres poderosas que mudaram a história!

Escrito por: Redação Hypeness – 2018

Precisando de mais #tempolivre para se dedicar aquilo que você ama?

Este mês de outubro, nós da Lavemcasa te damos a solução para seus problemas!

Já pensou ganhar 6 meses de lavanderia GRÁTIS? Ter mais #tempolivre para cuidar de você, dos seus filhos, dos amigos? Se dedicar mais ao relacionamento, ao trabalho?
#OutubroRosa #SorteioRosa #Lavemcasa 

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Postado há 2 meses

Empreendendo no Mundo Digital – Curitiba/PR

Se você tem uma ideia, quer empreender em um negócio digital, mas não sabe direito como começar, vale a pena ler a entrevista prévia que nós, do Tendências e Tecnologia.

Nosso CEO & Founder da Lavemcasa, Fabrício Sucupira, participou na última quinta-feira, dia 28/10/2018, de uma entrevista do RIC Mais (Curitiba), sobre empreendedorismo no mundo digital. Na entrevista, ele fala sobre os benefícios e praticidade de um serviço de lavanderia por App, destaca os diferenciais da Lavemcasa e o caminho percorrido até hoje!

Qual o principal objetivo da LAVEMCASA?

A Lavemcasa conecta clientes a lavanderias através de um aplicativo oferecendo comodidade, qualidade e bons preços. É a primeira plataforma de lavanderia digital do Brasil.

Qual a história da empresa e como surgiu o negócio ?

Em 2015, ao retornar do exterior, comecei a estudar o mercado de lavanderias mas vi que o custo para abrir uma estava muito alto. Então conversei com os empresários do setor para entender as dificuldades de administrar o negócio – operação com capacidade ociosa, falta de planejamento logístico, experiência de atendimento inadequada. Foi quando percebi que poderia criar uma tecnologia que conectasse clientes às lavanderias já existentes. Então, pouco tempo depois percebemos a necessidade dos nossos clientes em ter mais mobilidade e o aplicativo foi lançado logo em seguida. Acreditamos que os serviços on demand via app são uma tendência irreversível para atender as necessidades da vida das pessoas que moram em grandes centros.

Quais foram os maiores desafios no início do negócio e o começo no Brasil?

Diferente de pedir um táxi ou comida através de aplicativo, o serviço de lavanderia exige trabalhar com identificação correta das roupas e logística reversa (coleta e entrega no horário contratado pelo cliente). Criar uma plataforma amigável e treinar as lavanderias parceiras foi um grande desafio. Outro fator é a adoção desse tipo de serviço pelos clientes. É preciso demonstrar claramente o valor do serviço.

De que forma a influência de Marketing Digital e tecnológica dão visibilidade do seu negócio?

Somos uma empresa digital e para alcançar o nosso público usamos o método do funil de vendas incentivando as pessoas a conhecerem os nossos serviços pelo site www.lavemcasa.com.br usando campanhas de mkt direcionadas, anúncios no Google e redes sociais. Os interessados podem baixar nosso aplicativo (onde podem encontrar todas as ofertas), fazer o cadastro e acompanhar o serviço. Usar tecnologias mobile permite o alcance do maior numero de pessoas em diferentes localidades e todas sejam atendidas com comodidade.

Qual a importância das redes sociais e de que maneira você explora?

As redes sociais permitem que as pessoas conheçam a nossa marca, saibam onde estamos atuando, o que estamos oferecendo e também fiquem engajadas. Através das redes sociais divulgamos cupons de descontos, ofertas, promoções. Conseguimos direcionar essas ações para regiões específicas e públicos específicos aumentando a assertividade das ações de marketing.

Quais são as ações digitais que geram maiores e melhores resultados?

Sempre estamos testando e experimentando diversas ações em diferentes canais. Cada uma com objetivos distintos. Para aumentar o número de downloads do nosso aplicativo anunciamos diretamente nas lojas (AppStore e GooglePlay). Para aumentarmos o engajamento e conversão de vendas fazemos parcerias com influenciadores (que tem alto poder de alcance em públicos específicos) e também ações de envio de promoções via sms/notificações para os clientes atuais. Ofertas e comunicação por email também são feitas.

De que forma a força da tecnologia e do marketing digital contribuem para que empreendedores (clientes) driblem os desafios de alavancar vendas e tornarem-se conhecidos?

Empreender nunca foi fácil mas atualmente o uso de tecnologia e ferramentas avançadas de marketing faz com que os nossos produtos ou serviços alcancem um maior número de pessoas de forma mais eficiente e mais barata.

Há algo a mais que você queira acrescentar?

A Lavemcasa hoje atua em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Goiânia. São mais de 40 mil CEPs atendidos e temos um plano de expansão para estar em mais cidades e conseguir atender mais pessoas. Em 2017 fizemos uma parceria com a Laundrapp, empresa britânica referência em lavanderia on line, que tinha interesse em entrar no mercado brasileiro e hoje atua em mais de 100 cidades na Europa.

Entrevista publicada por: Tendências e Tecnologia
Entrevista realizada no Programa RIC Mais – MKT e Tec – Dia 27/10/2018 

Confira o vídeo da entrevista:

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Postado há 2 meses

PEGN: Conectando Lavanderias e Clientes

Foi em 2015 que Fabrício Sucupira percebeu que era o momento de fazer uma transição em sua carreira. Na época, ele estava trabalhando em uma multinacional nos Estados Unidos e na China, mas largou o emprego e voltou ao Brasil decidido a começar o seu próprio negócio.

De executivos a criador de startup, o CEO da Lavemcasa Fabrício Sucupira
CEO da Lavemcasa, Fabrício Sucupira

“Comecei a estudar o mercado de lavanderia mas vi que o custo para abrir uma estava muito alto. Então falei com os empresários para entender as dificuldades de administrar o negócio”, diz Sucupira.

 

Foi quando ele percebeu que poderia criar uma tecnologia que conectasse clientes às lavanderias já existentes.

O empresário, formado em engenharia de produção, ficou três meses elaborando o projeto. Ele convidou seu irmão mais novo Marcus Tavares, que estava insatisfeito com o curso de medicina, para ajudá-lo. Logo depois seus amigos Rodrigo Cabernite e André Bretas viram potencial no negócio e viraram sócios também.

A primeira versão do Lavemcasa foi um site lançado no final de 2015 para vender serviço de assinatura de uma lavanderia em Belo Horizonte. “Eu nem esperava vender tão rápido mas conseguimos logo os primeiros clientes”, diz o empresário. “Mas ao mesmo tempo eu vi que faria mais sentido ter um aplicativo para o celular ao invés de fazer os clientes usarem o computador.”

Com um investimento de R$ 150 mil, o aplicativo foi lançado no começo de 2016 e, desde então, cresce 30% ao ano. Atualmente são 14 lavanderias parcerias em 5 capitais brasileiras: Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Brasília e Goiânia. Já foram atendidos mais de 1300 clientes e o faturamento está em R$ 100 mil por mês.

Parceria Internacional

A Lavemcasa também fez uma parceria com a Laundrapp, uma companhia britânica referência em lavanderia online que desejava entrar no mercado brasileiro. “Fiz uma reunião com eles e decidimos operar juntos no Brasil. Hoje eu uso a mesma tecnologia que eles utilizam no Reino Unido”, afirma Sucupira.

Atenção Social

A empresa tem o plano de se inserir em uma capital brasileira por mês até o final de 2019. Além disso, está sendo criado o aplicativo “Lavemcasa Social” com o objetivo de ajudar a campanha do agasalho e outros programas de doação. A pessoa com roupas para doar poderá usar o aplicativo para que alguém da empresa recolheria e levaria para uma instituição de caridade.

Artigo publicado por: Pequenas Empresas Grandes Negócios
Escrito por: Carina Brito – Data 12 de setembro de 2018

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Postado há 3 meses

De executivos a criadores de startup

Fundadores da Lavemcasa trocaram estabilidade em emprego pela ideia inovadora de lavanderia on demand via aplicativo.

Conseguir um emprego em uma grande empresa, dedicar-se e conquistar uma posição importante pode até ser a carreira dos sonhos de muitos, mas alguns preferem seguir o espírito empreendedor e investir na ideia que acreditam. Esse é o caso dos quatro fundadores da startup mineira Lavemcasa, que oferece serviços de lavanderia on demand via aplicativo.

Ao observar como o mercado de lavanderias possuía falhas e poderia ser revitalizado com a tecnologia, surgiu a ideia de criar um serviço. Capaz de buscar, lavar, passar e entregar roupas, trazendo mais praticidade para uma tarefa tão cotidiana. “Começamos a estudar o segmento e vimos que eram comuns os problemas com fluxo de caixa, já que o cliente levava as peças e só pagava quando ia buscar, o que poderia demorar até meses”, conta o CEO Fabrício Sucupira.

De executivos a criador de startup, o CEO da Lavemcasa Fabrício Sucupira
CEO da Lavemcasa, Fabrício Sucupira

O negócio começou quando ele passava por um momento de redescoberta profissional ao voltar para o Brasil depois de trabalhar em cargos de alto escalão, em uma multinacional nos Estados Unidos e na China. Seu irmão, Marcus Tavares, estudava medicina, mas decidiu trancar o curso para embarcar na ideia de negócio que tanto acreditavam. Os sócios Rodrigo Cabernite e André Bretas também possuíam carreiras em grandes companhias quando receberam o convite para participar do projeto.

No início, a Lavemcasa não possuía um aplicativo (lançado no início de 2016), mas a proposta de oferecer lavanderia on demand por um preço justo e com praticidade em Belo Horizonte estava dando muito certo. Prova disso foi o convite que o time recebeu em 2016 para participar do Programa MGTI-Stanford, na Universidade de Stanford, na Califórnia, destinado a startups inovadoras do Brasil.

Pouco tempo depois, uma companhia britânica entrou em contato com uma proposta tentadora. “A Laundrapp, referência em lavanderia online no Reino Unido, nos procurou por estar interessada em atuar no Brasil. Eles ficaram encantados com a nossa tecnologia e fechamos uma parceria que nos torna parceiros exclusivos da marca no Brasil”, diz Fabrício Sucupira.

Com 10 pessoas na equipe e atuação em Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo e Brasília, a Lavemcasa continua crescendo e está em busca de novos desafios. A startup tem feito parcerias com grandes companhias e espera ingressar no mercado de benefícios ao oferecer serviços de lavanderia para colaboradores.

Como usar a Lavemcasa

Faça o download gratuito do aplicativo na PlayStore (Android) ou na Apple Store (iOS) e instale em seu dispositivo móvel. Depois de criar uma conta, acesse a seção Sua Conta para inserir seus dados pessoais, especificando o endereço de retirada e entrega.

Após a realização do cadastro, escolha o tipo de peça ou acessório que deseja obter o serviço na página inicial ou, se preferir, utilize a busca para selecionar roupas e planos. Em Sua Cesta você pode verificar todos os itens selecionados, escolher as datas de coleta e entrega e finalizar o pedido. O aplicativo permite também acompanhar toda a execução do serviço.


Artigo publicado por: Empreendedor Portal

Escrito por: Redação – Data 17 de abril de 2018

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Postado há 4 meses

Precisamos nos preparar – Falta d’água

10 perguntas para Seth M. Siegel, ativista e escritor

Estamos diante de um risco global. A falta d’água é um problema que afeta todas as regiões do planeta e pode, inclusive, gerar conflitos entre nações. Mas, se nos planejarmos direitinho, tudo vai ficar bem. Essa é a opinião de Seth M. Siegel, ativista e escritor americano, autor do livro “Faça-se a Água”, lançado recentemente no Brasil pela editora Educ, que pertence à PUC de São Paulo.

Precisamos nos preparar – Falta d’água!

 

“Podemos, sim, encarar um apocalipse”, diz Siegel. “Mas, também é possível nos tornarmos mais espertos.” O maior exemplo, diz o escritor, é Israel. O país está localizado na região mais seca do mundo e, mesmo assim, não tem problemas com água e produz todos os vegetais que consome.

 

Confira a entrevista:

O mau uso da água é um problema global e, há muito tempo, se fala que a falta dela pode levar ao apocalipse. Sua visão é um pouco mais otimista, sem, no entanto, diminuir o tamanho do problema. Por que?
Muitas pessoas que leem meu livro esperam deparar apenas com coisas ruins. Mas a realidade é que, se planejarmos corretamente, tudo vai ficar bem. Agora, quero deixar uma coisa muito clara, podemos, sim, encarar um apocalipse. Mas também é possível nos tornarmos mais espertos, como Israel, e evitarmos o fim do mundo.

Em seu livro, o sr. aborda, também, a questão geopolítica da água. Haverá conflitos, no futuro, relacionados a esse recurso?
É possível. Mas o oposto disso também é. Se a água for utilizada como uma forma de engajamento, ela pode ser, inclusive, um motivo para a resolução de conflitos. É o que Israel tem feito. Podemos ter guerras relacionadas à água? Claro que sim. Mas meu palpite é que não teremos.

Agora, e se os governos falharem, as empresas podem liderar esse movimento para utilizar melhor os recursos hídricos?
As empresas, sozinhas, não vão liderar. Existem muitos componentes na sociedade: governo, universidades, corporações, organizações não governamentais, etc. Cada um deles tem um papel para o futuro. Trata-se de um esforço coordenado.

Quais tecnologias podem ser utilizadas nesse processo de melhorar o uso dos recursos hídricos? Elas são acessíveis a países em desenvolvimento?
Primeiramente, a agricultura absorve a maior parte da água. Então, mude para um sistema de irrigação por gotejamento. Em segundo lugar, é preciso considerar que a população produz um grande volume de esgoto. Mas isso é previsível.

Todo mundo faz praticamente a mesma quantidade de xixi e dá o mesmo número de descargas por dia. Então, é possível saber exatamente a quantidade de água que vai pelo ralo, que pode ser tratada em alto nível e reutilizada para agricultura. Em terceiro lugar, nas regiões costeiras, é viável dessalinizar a água. Por último, se você conserta seus vazamentos, economiza uma quantidade enorme de água. Israel, como a maioria dos países, perdia cerca de um terço da sua água dessa maneira. Hoje, a taxa de perda está em 9% e a meta é chegar a 5%.

O Brasil tem mais de 10% de toda a água potável do mundo. Mesmo assim, sofremos com a escassez e com o racionamento. O que o País está fazendo errado?
Sim, é verdade que o Brasil tem a maior reserva de água do mundo, na Amazônia. Mas, o problema é que a água, muitas vezes, não está localizada onde as pessoas estão. Usar as condições climáticas como desculpa, por outro lado, é inaceitável. O motivo pelo qual escrevi o livro é por estarmos diante de um risco global.

Precisamos nos preparar para a falta d’água e não adianta rezar. É preciso mudar a agricultura, construir a infraestrutura para o reuso da água, desenvolver usinas de dessalinização e usar a tecnologia para evitar vazamentos nas tubulações. Se você fizer tudo isso, é impossível ficar sem água, a menos que aconteça uma catástrofe.

Rezar para chover é o que nossos ancestrais faziam. Não parece uma boa ideia nos dias de hoje…
Não tenho nada contra rezar. Mas se você fizer apenas isso, e nada mais, irá se decepcionar.

No Brasil, as perdas por vazamento giram em torno de 40% a 50%.
Exato. Pense a respeito. Se, há cinco anos, a decisão de consertar os encanamentos tivesse sido tomada, hoje o País teria mais água do que conseguiria usar. Nesse nível de eficiência, basicamente, você está usando dois anos de estoque para dar conta de um.

Uma petroleira que perde 40% da sua produção em vazamentos é uma empresa inviável. Por que se permite esse nível de ineficiência na distribuição de água?
A diferença é que pagamos pelo petróleo. Quando colocamos gasolina no carro, queremos pagar US$ 1 por litro, e não US$ 2. A água, por sua vez, é vista como algo que obtemos de graça, como o ar. Enquanto abrirmos a torneira e a água estiver saindo, estará tudo bem. É preciso que os líderes enxerguem o problema e que o público seja educado a respeito da importância da água. É possível fazer isso no Brasil. Eu sei disso porque Israel vem fazendo há anos.

O país tem a população que mais cresce no mundo, uma economia pujante e está na região mais seca do planeta. Mesmo assim, provê água para a população 24 horas por dia e produz todos os vegetais que consome. Israel chega a exportar água, sendo responsável por 10% do abastecimento da Jordânia.

Durante a recente crise hídrica enfrentada pelo Sudeste brasileiro, muitas pessoas passaram a economizar e a reutilizar a água. Mas, com a volta das chuvas e os reservatórios cheios, a preocupação arrefeceu…
Sim e, por sinal, eu garanto uma coisa: vai faltar água de novo. Haverá outra seca e, se o Brasil não usar esse tempo para se preparar, será ainda pior.

Em relação a Israel, a água também se tornou um negócio que traz lucros?
É um mercado multibilionário. É um bom negócio por duas razões: primeiramente, Israel exporta suas tecnologias para vários países. Em segundo lugar, nenhum empresário israelense precisa se preocupar com a falta d’água, que é um risco para a maioria das empresas.

Artigo publicado por: IstoÉ Dinheiro
Escrito por: Rodrigo Caetano – Data 01 de setembro de 2017

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