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Postado há 3 semanas

‘Uber de lavanderia’ é premiado em Milão por ideia inovadora

A ideia de aproveitar o tempo ocioso das lavanderias rendeu ao aplicativo Lavemcasa o prêmio de melhores práticas globais 2018, na categoria desenvolvimento de negócios, concedido pelo Comitê Internacional de Profissionais de Cuidados da Indústria Têxtil (Cinet), na última sexta-feira, em Milão, na Itália.  A startup competia com 350 empresas de 45 países.

Premiação Lavemcasa
Reconhecimento. André Bretas e Fabrício Sucupira, sócios na Lavemcasa.

“Nosso negócio se assemelha a um ‘Uber de lavanderias’. O usuário baixa o app e, por geolocalização, apresentamos as ofertas. Um carro da Lavemcasa coleta e depois entrega a roupa na casa dele no dia combinado. Pelo aplicativo, também é possível acompanhar todo o processo”, explica o CEO da startup criada em Belo Horizonte, Fabrício Sucupira.

 

Segundo o executivo, o segredo está na utilização do tempo ocioso das empresas. “Toda lavanderia tem um período em que não está utilizando as máquinas. Negociamos esse tempo, e custos como aluguel e logística não entram no nosso preço”, afirma Sucupira. A estratégia garante uma economia de até 40% na comparação com uma lavanderia convencional. “Se colocar na ponta do lápis, fica mais barato até que lavar a roupa em casa, considerando a energia elétrica da lavadora e do ferro elétrico, o tempo que o usuário perde ou (o valor que) paga para alguém fazer esse serviço”, diz Sucupira.

Com três anos de existência, o aplicativo, que funciona no Android e no iOS, tem mais de 10 mil downloads e mais de mil clientes fidelizados. Além da capital mineira, ele funciona em Curitiba, São Paulo, Goiânia e Brasília. “Nossa taxa de crescimento de faturamento é de 30% ao mês”, diz o CEO.

Artigo publicado por: OTempo • Tecnologia e Games
Escrito por: Ludmila Pizarro – Data 23 de outubro de 2018

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Postado há 2 meses

Empreendendo no Mundo Digital – Curitiba/PR

Se você tem uma ideia, quer empreender em um negócio digital, mas não sabe direito como começar, vale a pena ler a entrevista prévia que nós, do Tendências e Tecnologia.

Nosso CEO & Founder da Lavemcasa, Fabrício Sucupira, participou na última quinta-feira, dia 28/10/2018, de uma entrevista do RIC Mais (Curitiba), sobre empreendedorismo no mundo digital. Na entrevista, ele fala sobre os benefícios e praticidade de um serviço de lavanderia por App, destaca os diferenciais da Lavemcasa e o caminho percorrido até hoje!

Qual o principal objetivo da LAVEMCASA?

A Lavemcasa conecta clientes a lavanderias através de um aplicativo oferecendo comodidade, qualidade e bons preços. É a primeira plataforma de lavanderia digital do Brasil.

Qual a história da empresa e como surgiu o negócio ?

Em 2015, ao retornar do exterior, comecei a estudar o mercado de lavanderias mas vi que o custo para abrir uma estava muito alto. Então conversei com os empresários do setor para entender as dificuldades de administrar o negócio – operação com capacidade ociosa, falta de planejamento logístico, experiência de atendimento inadequada. Foi quando percebi que poderia criar uma tecnologia que conectasse clientes às lavanderias já existentes. Então, pouco tempo depois percebemos a necessidade dos nossos clientes em ter mais mobilidade e o aplicativo foi lançado logo em seguida. Acreditamos que os serviços on demand via app são uma tendência irreversível para atender as necessidades da vida das pessoas que moram em grandes centros.

Quais foram os maiores desafios no início do negócio e o começo no Brasil?

Diferente de pedir um táxi ou comida através de aplicativo, o serviço de lavanderia exige trabalhar com identificação correta das roupas e logística reversa (coleta e entrega no horário contratado pelo cliente). Criar uma plataforma amigável e treinar as lavanderias parceiras foi um grande desafio. Outro fator é a adoção desse tipo de serviço pelos clientes. É preciso demonstrar claramente o valor do serviço.

De que forma a influência de Marketing Digital e tecnológica dão visibilidade do seu negócio?

Somos uma empresa digital e para alcançar o nosso público usamos o método do funil de vendas incentivando as pessoas a conhecerem os nossos serviços pelo site www.lavemcasa.com.br usando campanhas de mkt direcionadas, anúncios no Google e redes sociais. Os interessados podem baixar nosso aplicativo (onde podem encontrar todas as ofertas), fazer o cadastro e acompanhar o serviço. Usar tecnologias mobile permite o alcance do maior numero de pessoas em diferentes localidades e todas sejam atendidas com comodidade.

Qual a importância das redes sociais e de que maneira você explora?

As redes sociais permitem que as pessoas conheçam a nossa marca, saibam onde estamos atuando, o que estamos oferecendo e também fiquem engajadas. Através das redes sociais divulgamos cupons de descontos, ofertas, promoções. Conseguimos direcionar essas ações para regiões específicas e públicos específicos aumentando a assertividade das ações de marketing.

Quais são as ações digitais que geram maiores e melhores resultados?

Sempre estamos testando e experimentando diversas ações em diferentes canais. Cada uma com objetivos distintos. Para aumentar o número de downloads do nosso aplicativo anunciamos diretamente nas lojas (AppStore e GooglePlay). Para aumentarmos o engajamento e conversão de vendas fazemos parcerias com influenciadores (que tem alto poder de alcance em públicos específicos) e também ações de envio de promoções via sms/notificações para os clientes atuais. Ofertas e comunicação por email também são feitas.

De que forma a força da tecnologia e do marketing digital contribuem para que empreendedores (clientes) driblem os desafios de alavancar vendas e tornarem-se conhecidos?

Empreender nunca foi fácil mas atualmente o uso de tecnologia e ferramentas avançadas de marketing faz com que os nossos produtos ou serviços alcancem um maior número de pessoas de forma mais eficiente e mais barata.

Há algo a mais que você queira acrescentar?

A Lavemcasa hoje atua em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Goiânia. São mais de 40 mil CEPs atendidos e temos um plano de expansão para estar em mais cidades e conseguir atender mais pessoas. Em 2017 fizemos uma parceria com a Laundrapp, empresa britânica referência em lavanderia on line, que tinha interesse em entrar no mercado brasileiro e hoje atua em mais de 100 cidades na Europa.

Entrevista publicada por: Tendências e Tecnologia
Entrevista realizada no Programa RIC Mais – MKT e Tec – Dia 27/10/2018 

Confira o vídeo da entrevista:

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Postado há 2 meses

O fim de seus transtornos em casa!

A Lavemcasa participou na última terça-feira, dia 28/08/2018, de uma matéria do TBC Notícias sobre o boom de serviços delivery. Na entrevista, uma de nossas clientes de Goiânia/GO, Mariana Scharper, fala sobre comodidade e economia de um serviço de lavanderia por App e o fim de seus transtornos em casa.

Eu resolvi um teste de 1 mês, gostei e acho que ficou bem mais prático do que em casa. (Mariana Scharper)


Trecho do programa TBC Notícias, edição de terça-feira 28/08/2018, TV Cultura. 

Programa na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=m1Jbg…

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Postado há 4 meses

Precisamos nos preparar – Falta d’água

10 perguntas para Seth M. Siegel, ativista e escritor

Estamos diante de um risco global. A falta d’água é um problema que afeta todas as regiões do planeta e pode, inclusive, gerar conflitos entre nações. Mas, se nos planejarmos direitinho, tudo vai ficar bem. Essa é a opinião de Seth M. Siegel, ativista e escritor americano, autor do livro “Faça-se a Água”, lançado recentemente no Brasil pela editora Educ, que pertence à PUC de São Paulo.

Precisamos nos preparar – Falta d’água!

 

“Podemos, sim, encarar um apocalipse”, diz Siegel. “Mas, também é possível nos tornarmos mais espertos.” O maior exemplo, diz o escritor, é Israel. O país está localizado na região mais seca do mundo e, mesmo assim, não tem problemas com água e produz todos os vegetais que consome.

 

Confira a entrevista:

O mau uso da água é um problema global e, há muito tempo, se fala que a falta dela pode levar ao apocalipse. Sua visão é um pouco mais otimista, sem, no entanto, diminuir o tamanho do problema. Por que?
Muitas pessoas que leem meu livro esperam deparar apenas com coisas ruins. Mas a realidade é que, se planejarmos corretamente, tudo vai ficar bem. Agora, quero deixar uma coisa muito clara, podemos, sim, encarar um apocalipse. Mas também é possível nos tornarmos mais espertos, como Israel, e evitarmos o fim do mundo.

Em seu livro, o sr. aborda, também, a questão geopolítica da água. Haverá conflitos, no futuro, relacionados a esse recurso?
É possível. Mas o oposto disso também é. Se a água for utilizada como uma forma de engajamento, ela pode ser, inclusive, um motivo para a resolução de conflitos. É o que Israel tem feito. Podemos ter guerras relacionadas à água? Claro que sim. Mas meu palpite é que não teremos.

Agora, e se os governos falharem, as empresas podem liderar esse movimento para utilizar melhor os recursos hídricos?
As empresas, sozinhas, não vão liderar. Existem muitos componentes na sociedade: governo, universidades, corporações, organizações não governamentais, etc. Cada um deles tem um papel para o futuro. Trata-se de um esforço coordenado.

Quais tecnologias podem ser utilizadas nesse processo de melhorar o uso dos recursos hídricos? Elas são acessíveis a países em desenvolvimento?
Primeiramente, a agricultura absorve a maior parte da água. Então, mude para um sistema de irrigação por gotejamento. Em segundo lugar, é preciso considerar que a população produz um grande volume de esgoto. Mas isso é previsível.

Todo mundo faz praticamente a mesma quantidade de xixi e dá o mesmo número de descargas por dia. Então, é possível saber exatamente a quantidade de água que vai pelo ralo, que pode ser tratada em alto nível e reutilizada para agricultura. Em terceiro lugar, nas regiões costeiras, é viável dessalinizar a água. Por último, se você conserta seus vazamentos, economiza uma quantidade enorme de água. Israel, como a maioria dos países, perdia cerca de um terço da sua água dessa maneira. Hoje, a taxa de perda está em 9% e a meta é chegar a 5%.

O Brasil tem mais de 10% de toda a água potável do mundo. Mesmo assim, sofremos com a escassez e com o racionamento. O que o País está fazendo errado?
Sim, é verdade que o Brasil tem a maior reserva de água do mundo, na Amazônia. Mas, o problema é que a água, muitas vezes, não está localizada onde as pessoas estão. Usar as condições climáticas como desculpa, por outro lado, é inaceitável. O motivo pelo qual escrevi o livro é por estarmos diante de um risco global.

Precisamos nos preparar para a falta d’água e não adianta rezar. É preciso mudar a agricultura, construir a infraestrutura para o reuso da água, desenvolver usinas de dessalinização e usar a tecnologia para evitar vazamentos nas tubulações. Se você fizer tudo isso, é impossível ficar sem água, a menos que aconteça uma catástrofe.

Rezar para chover é o que nossos ancestrais faziam. Não parece uma boa ideia nos dias de hoje…
Não tenho nada contra rezar. Mas se você fizer apenas isso, e nada mais, irá se decepcionar.

No Brasil, as perdas por vazamento giram em torno de 40% a 50%.
Exato. Pense a respeito. Se, há cinco anos, a decisão de consertar os encanamentos tivesse sido tomada, hoje o País teria mais água do que conseguiria usar. Nesse nível de eficiência, basicamente, você está usando dois anos de estoque para dar conta de um.

Uma petroleira que perde 40% da sua produção em vazamentos é uma empresa inviável. Por que se permite esse nível de ineficiência na distribuição de água?
A diferença é que pagamos pelo petróleo. Quando colocamos gasolina no carro, queremos pagar US$ 1 por litro, e não US$ 2. A água, por sua vez, é vista como algo que obtemos de graça, como o ar. Enquanto abrirmos a torneira e a água estiver saindo, estará tudo bem. É preciso que os líderes enxerguem o problema e que o público seja educado a respeito da importância da água. É possível fazer isso no Brasil. Eu sei disso porque Israel vem fazendo há anos.

O país tem a população que mais cresce no mundo, uma economia pujante e está na região mais seca do planeta. Mesmo assim, provê água para a população 24 horas por dia e produz todos os vegetais que consome. Israel chega a exportar água, sendo responsável por 10% do abastecimento da Jordânia.

Durante a recente crise hídrica enfrentada pelo Sudeste brasileiro, muitas pessoas passaram a economizar e a reutilizar a água. Mas, com a volta das chuvas e os reservatórios cheios, a preocupação arrefeceu…
Sim e, por sinal, eu garanto uma coisa: vai faltar água de novo. Haverá outra seca e, se o Brasil não usar esse tempo para se preparar, será ainda pior.

Em relação a Israel, a água também se tornou um negócio que traz lucros?
É um mercado multibilionário. É um bom negócio por duas razões: primeiramente, Israel exporta suas tecnologias para vários países. Em segundo lugar, nenhum empresário israelense precisa se preocupar com a falta d’água, que é um risco para a maioria das empresas.

Artigo publicado por: IstoÉ Dinheiro
Escrito por: Rodrigo Caetano – Data 01 de setembro de 2017

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Postado há 8 meses

(+)Sustentável = (-)Gastos

Lavanderias ajudam na economia de água e redução de gastos.
Sustentáveis, serviços podem reduzir consumo em mais de 400 litros por semana.

Algumas peças de roupas acumuladas, uma lavagem na semana e lá se vão 414 litros de água. Segundo a Sabesp, são gastos até 279 litros ao lavar roupas com a torneira aberta por 15 minutos. Ao completar a limpeza com uma máquina de lavar de 5 kg, mais 135 litros são utilizados por ciclo. Isso quando o processo é feito uma vez por semana e com o cesto cheio.

Por conta da rotina cheia e falta de tempo, o número de lavagens acaba aumentando e a conta de água pesa no bolso no fim do mês. Uma alternativa mais econômica e sustentável são os serviços de lavanderia, que ficaram ainda mais práticos. O Lavemcasa, por exemplo, é um aplicativo on demand que busca, lava, passa e entrega roupas. O serviço oferece planos individuais e familiares para roupas dia a dia ou camisas sociais.

Para a criação do aplicativo, foi realizado um estudo do gasto médio de água para oferecer um serviço de qualidade.

“Desde o início tínhamos em mente a questão da economia e sustentabilidade. Percebemos que faltava uma opção no mercado que trouxesse praticidade para o dia a dia a um preço justo”, afirma o CEO Fabrício Sucupira.

 

O consumo semanal com lavagem de roupas é expressivo e equivalente à quatro banhos de 20 minutos, fazendo uma conta rápida. Além da questão financeira, as lavanderias também ajudam na preservação de um recurso cada vez mais escasso: a água.

“Somando as quatro cidades onde atuamos, se cada habitante lavasse as roupas uma vez por semana o gasto total com água só para esse fim seria de quase 8 bilhões de litros de água”, afirma o CEO.

 

A Lavemcasa atua em São Paulo, Curitiba, Brasília e Belo Horizonte com atendimento sob demanda e pacotes mensais para roupas do dia e camisas sociais. Em expansão pelo país, a startup quer levar sua tecnologia para mais cidades, ajudar na redução de gastos de mais famílias e revitalizar o mercado de lavanderias.

Como usar a Lavemcasa

Faça o download gratuito do aplicativo na PlayStore (Android) ou na Apple Store (iOS) e instale em seu dispositivo móvel. Depois de criar uma conta, acesse a seção Sua Conta para inserir seus dados pessoais, especificando o endereço de retirada e entrega.

Após a realização do cadastro, escolha o tipo de peça ou acessório que deseja obter o serviço na página inicial ou, se preferir, utilize a busca para selecionar roupas e planos. Em Sua Cesta você pode verificar todos os itens selecionados, escolher as datas de coleta e entrega e finalizar o pedido. O aplicativo permite também acompanhar toda a execução do serviço.

Sobre a Lavemcasa

Fundada em novembro de 2015, a Lavemcasa é uma startup que oferece serviço de lavanderia online com atendimento personalizado via aplicativo (Android e iOS). A marca, que está presente nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília, recentemente fechou parceria com a Laundrapp, líder do segmento no Reino Unido para utilizar a tecnologia que já foi testada na região, além de Austrália e Nova Zelândia. No inverno de 2017, a Lavemcasa ganhou destaque nas manchetes nacionais quando se juntou a diversas empresas em Belo Horizonte em uma grande Campanha do Agasalho, que transformou moradores de rua em modelos de um editorial de moda.